Guia de Normalizacao de Portugal

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Normalização de Ruas e Localidades ("Street" e "City")

Nome de Ruas (campo "Street")

  • Devem ser utilizados sempre prefixos completos, por exemplo: "Avenida" em vez de "Av.", "Rua" em vez de "R.". Exemplos: "Avenida Dr. Fernando Aroso" em vez de "Av. Dr. Fernando Aroso", "Rua Óscar da Silva" em vez de "R. Óscar da Silva". Contracções tipo "Dr." são aceitáveis, devendo-se respeitar o nome exacto da rua.
  • No caso de Nacionais ou Municipais que atravessem localidades, pode-se colocar o nome da rua sempre seguido da nacional ("Rua isto aquilo / N123"), e usar o nome da localidade no campo "city" apenas nos segmento que estiverem realmente dentro da localidade, mantendo-se sempre o mesmo tipo de estrada (exemplo Minor Highway para Nacionais e Primary para Municipais, ver abaixo). Em caso de dúvida ou não saber o nome da rua nesse segmento da localidade, deixar a nacional/municipal consistente com o resto fora da localidade - apenas Nxx e sem city.

Nome de Localidades (campo "City")

  • O campo "city" é usado para criar "city areas", devendo portanto ser usado apenas dentro das cidades e ser evitado fora das cidades, para não criar "city areas" enormes e desporporcionadas.
  • Estradas de interligação (AE, IC, IP, Nacionais e Municipais) deverão sempre estar como "no city", com a única excepção das N e M dentro das localidades, caso a N/M tenha um nome próprio nessa zona. Ver secção de estradas abaixo.
  • As estradas com o nome da localidade no campo "city" deverão ser apenas as que estão realmente dentro da localidade em questão, podendo-se sair um pouco da área e incluir alguma estrada (geralmente são casos de "dirty roads") um pouco fora da cidade para alargar um pouco o raio da area, mas nunca incluir estradas que começam na cidade e acabam a quilometros de distância.
  • O valor da "city" deverá ser apenas o nome da localidade: "Vila Franca de Xira", "Alverca", "Loures".
  • Apenas no caso de conflitos, e caso não se consigam resolver, se deve usar algo que as distinga, possivelmente "localidade; região" ou "localidade; conselho" caso hajam mais localidades na região: exemplo: "Carvalhal; Alentejo", pois há outro "Carvalhal" algures no país.
  • Bairros dentro de freguesias, caso existam e/ou sejam relevantes e/ou sejam importantes de distinguir do centro da localidade, devem ser introduzidos como "Bairro, Freguesia". exemplos: Oeiras, Carcavelos, onde é possivel distinguir claramente as "city areas" de Nova Oeiras, Quinta do Marquês, Quinta das Palmeiras, Parque dos Poetas, Figueirinha, Lombos Norte, Lombos Sul, Monte das Encostas, Sassoeiros, etc. Oeiras e Carcavelos
  • Não usar o nome do concelho quando a localidade existe e é bem conhecida. Exemplos: Amadora vs. Alfragide, Damaia, Carnaxide, Buraca, etc.

Normalização de Estradas

Estradas Multi-Faixa

  • As seguintes regras são comuns a Auto-Estradas, IPs, ICs, N's e outras vias rápidas com duas ou mais faixas para cada lado. (Nacionais apenas multi-faixa)
  • Estrada com duas vias independentes e paralelas, com sentido único por via.
  • Cada via com o nome da estrada seguido da direção principal (N/S/E/O). Preferencialmente. manter a direção coerente no nome da via toda, a menos que a via claramente mude de N/S para E/O. Exemplos: A16 é E/O mesmo que, na prática, suba e desça. A A10, tendo sido construída em dois troços, é N/S da A9 ao Carregado, e pode ser E/O do Carregado para este. A A23 têm uma separação clara O/E no traçado comum à IP6, e N/S daí até Espanha.
  • Estrada toda com City="no city", para se poder selecionar a via toda no editor e não criar zonas de "city" fora da cidade (exceção: vias que claramente estejam dentro de apenas uma cidade).
  • Todas as rampas devem dizer por exemplo "Acesso 3 A1 (N) / Porto / Vila Franca de Xira" ou "Acesso 9 A5 (E) / Lisboa / Oeiras" ou "Acesso Vila Franca de Xira", ou preferencialmente alinhado com a indicação real das placas do local.
  • Todas as rampas de saída para outras AE/IP/IC/N importantes devem dizer o mesmo que acima, exemplo A1->A9 é apenas "Acesso A9 (S)".
  • Todas as rampas de saída para outras estradas ou localidades devem dizer algo que faça sentido (tentar copiar as placas da estrada), exemplo "Acesso Cacém" ou "Acesso N249-3".
  • No caso de nacionais e vias rápidas, a regra para separar entre um segmento bi-direcional e dois segmentos isolados é garantir que a distância entre os segmentos é de mais de 10 metros, ou o separador é importante (por exemplo há uma nacional para o algarve / IC1 talvez / em que há duas areas de serviço e o separador têm inclusive uma rede alta para evitar que o pessoal atravesse a estrada). ou segmentos entre rotundas que sejam realmente independentes.
  • No caso de nacionais e vias rápidas apenas com risco contínuo no chão, não usar duas vias independentes.
  • Havendo duas vias independentes perde-se a possibilidade de fazer reports "on the other lane", mas ganha-se a independência de haver slowdowns claramente apenas num sentido e simplificação de entradas e saidas.
  • Estando a via toda verificada, incluindo as rampas, fazer "lock".

Autoestradas

  • Classificar todas as Autoestradas como "Freeways".
  • Autoestradas que sejam atualmente conhecidas como IC's ou IP's, mas que tenham designação Axx atribuida (exemplo IC19/A37 e IC17/A36), também serão classificadas como "Freeways", colocando a designação mais conhecida em primeiro lugar ("IC19 / A37" vs. "A5 / IC15").
  • Colocar primeiro a designação A ou IC mais conhecida (geralmente A, mas vide casos IC17 e IC19), seguido da designação Exx, caso haja, seguido da designação IP ou IC caso haja. Exemplos: "A1 / E01 / E80 / IP1", "IC19 / A37", "A15 / IC15".
  • Troços marcados como toll deverão ter o prefixo "€", para poder-se seleccionar os segmentos contíguos free e toll em separado. Exemplo "A1 / E01 / E80 / IP1 (N/S)" até Alverca, e "€ A1 / E01 / E80 / IP1 (N/S)" a norte de Alverca.
  • Lista de AEs: http://pt.wikipedia.org/wiki/Anexo:Lista_de_autoestradas_de_Portugal.

Portagens

  • Numa primeira fase, todas as portagens deverão ser criadas como landmark e os segmentos por baixo marcados como "Toll Road".
  • Como landmarks são apenas manchas e labels no cliente, pode-se marcar o landmark incluindo o garrafão todo (desde que a estrada alarga até que volta à mesma largura), invés de marcar apenas a zona coberta da portagem.
  • Caso a portagem inclua faixas sem pagamento (exemplo, em Alverca), tentar que a landmark não cubra a via free. (agora já não é muito importante, pois o Waze decidiu usar a flag de "toll" invés de reutilizar as landmarks de toll para detectar vias pagas, mas deve-se manter esta regra por uma questão de coerência)
  • Depois, por uma questão de redundância e desconhecimento do algoritmo do cliente, todos os segmentos atrás e à frente da portagem deverão ser marcados como toll road, parando apenas quando houver alternativa free para saida ou para entrada, incluindo rampas.
  • Exemplos: a A2 é free vindo do norte, incluindo a "IP7/Eixo Norte Sul" e a Ponte 25 de Abril, sendo "toll road" apenas a partir da ultima saida para o Fogueteiro/Amora/Seixal Sul Fogueteiro, sendo equivalente para norte Norte Fogueteiro.
  • Porém, enquanto para sul toda a IP/Ponte/inicio A2 é free, para norte todas as entradas para a ponte são toll Norte Ponte Paga, sendo "Toll Road" até à primeira entrada no Eixo NS [1]

IP's e IC's

  • Todas as IP's e IC's com, pelo menos, duas faixas e separador central, e que não sejam uma auto-estrada devem ser "Major Highway" (exemplos: IP8, IP7, parte de IC30, mas não IC17/A36 e IC19/A37,)).
  • IP's e IC's onde parte são duas faixas para cada lado mas o resto ainda são estradas principais antigas com uma faixa apenas (exemplo IC30) devem ter as duas faixas como "Major Highway" e o restante como "Minor Highway" e uma faixa.
  • Como geralmente IP e IC é um traçado que sobrepõe uma mais Auto-Estrada ou Estrada Nacional, ambas devem ser colocadas no nome da estrada, colocando primeiro o nome mais conhecido actualmente, ou em caso de dúvida, na ordem A,IP,IC,N. (exemplos: "A5 / IC15", "IC19 / A37", "N1 / IC2"
  • Caso a IC/IP seja uma via rápida nova que não tenha substituido nenhuma nacional e ainda não tenha sido convertida a auto-estrada, podes-se manter apenas o IC ou IP, seguido de algum nome especial caso exista e seja relevante (exemplos: IC2 de Santa Iria a Lisboa, IP7 / Eixo N/S)

Nacionais ou outras Vias Rápidas com Múltiplas Faixas

  • Todos os troços de via rápida com duas faixas e separador, mesmo com rotundas no meio, que sejam claras alternativas a estradas principais, devem ser "Minor Highway".
  • Os semi-circulos das rotundas que ligam as estradas devem manter a N/S. o resto da rotunda deve ter o nome da estrada sem o N/S. exemplo a N249-3 de Cacém ao Oeiras Parque é "N249-3 (N)" e "N249-3 (S)", dando para seleccionar a estrada toda de cima a baixo, mas os pedaços de rotunda para "inversão de marcha" são apenas "N249-3". O mesmo para a "N6 / Marginal".
  • Troços de via rápida dentro de cidades (exemplo em Lisboa) devem ser Minor Highways e não Major Highways, com a excepção óbvia de vias tipo "Eixo Norte/Sul" que é uma IP e uma ligação principal à Ponte 25 de Abril.
  • Exemplos: N249-3 (Cacém-Oeiras Parque)

Estradas Nacionais entre localidades

  • Todos as nacionais entre localidades devem ser "Minor Highway" com uma única faixa com dois sentidos, podendo ter pedaços com duas estradas separadas, caso se justifique (exemplo: pedaços pequenos entre duas rotundas, pode ser preferivel ter duas faixas entre as rotundas do que duas faixas de entrada e saída e uma faixa de dois sentidos no meio; outro exemplo: os entroncamentos com separador central, onde é mais claro definir os sentidos de entrada e saida se a N tiver duas faixas separadas).
  • Toda a estrada deve ter o nome Nxxx (atenção aos Nxxx-y), e os pedaços de estrada que cruzam vários EN's devem ter o nome das duas EN's.
  • Sendo via única não deve ter N/S/E/O.
  • Dentro das localidades deve-se manter o mesmo nome (e "no city"), para continuar a ser possível selecionar a estrada toda. Via "cartouche_old" deve-se adicionar "aliases" caso a via tenha um nome próprio dentro da localidade.
  • No caso de parte da nacional sobrepor uma IC ou IP, colocar primeiro o nome mais comum. exemplo "N1 / IC2", "IP8 / IC33"
  • No caso de parte da nacional juntar várias nacionais (n8 junta-se com a n9, segue alguns segmentos, e depois separa), pode-se chamar "N8 / N9" nesse segmento
  • Exemplos: N249; N249-4; N115; N116; N10; N1; N3; N9; N8/N9/N116

Estradas Municipais entre localidades

  • Todas as municipais devem ser configuradas como "Primary Streets", com o resto semelhante às nacionais ("no city", uma faixa com dois sentidos a menos que haja claramente um pedaço com separador em entroncamentos e rotundas), e nome Mxxx.

Rotundas e Entroncamentos

  • Ao longo do tempo as rotundas têm sido problemáticas, seja por bugs no cliente ou servidores, seja por alterações indevidas.
  • Infelizmente é típico uma rotunda ao fim de um mapdate passar a dizer "saia na 'x'" onde 'x' está errado, ou pior ainda, haver lados da rotunda onde a não há indicação de saída "na rotunda..." e não diz mais nada.
  • Há casos onde se descobre rapidamente qual é o problema da rotunda, mas outros não, e têm-se de re-criar a rotunda toda.
  • Casos conhecidos de erros no numero da saida (mas não explica todos os casos): entradas e saidas com sentido errado. por exemplo, se uma saida estiver como two-way, como como uma entrada, e a indicação será +1 que o espectável.
  • Casos conhecidos de erros de não indicação de saida (mas cobre uma pequena percentagem dos erros): alterações nos segmentos das rotundas que criam multiplos segmentos entre entradas e saidas. entre cada entrada/saida deverá haver um e apenas um segmento. caso hajam mais, selecionar ambos e clicar no icon da ponte que aparece no ponto de junção.
  • Rotundas que deixam de ser redondas e passam a ser compostas por multiplos segmentos e geralmente descentradas com o ponto original - quando uma estrada não está lockada, o servidor poderá "ajustar" estradas baseado nas passagens e nos dados dos GPS. Infelizmente estes dados geralmente destroiem a rotunda e, pior, alteram as direções das entradas e saídas.
  • Semelhante situação acontece nos entroncamentos complexos compostos por uma arvore com 6 sub-segmentos, onde há sempre um segmento com a seta verde incorrecta ou com a direcção incorrecta, seja por falha do editor, seja por aprendizagem via GPS.

Como melhorar as Rotundas e Entroncamentos - Sugestão

  • Simplificar as rotundas evitando a separação do triângulo de entrada/saída, quando as estradas envolventes sejam simples.
  • Manter entrada e saída apenas no caso de vias com separador central onde as vias se mantenham separadas durante algum tempo, ou por exemplo até à próxima rotunda.
  • Uma vantagem de não ter entrada/saída separada é que num caso de duas estradas perpendiculares com uma rotunda, os ângulos de entrada e saída são exatos e o cliente passa a dizer "na rotunda seguir em frente" / "...à direita" / "...à esquerda" em vez de "apanhe a primeira/segunda/terceira saída".
  • Após correção da rotunda, fazer "lock" da rotunda e estradas adjacentes, para que não seja alterada dinamicamente.
  • Entroncamentos onde a saída tenha traço contínuo deverão ser compostas por apenas três segmentos: um de saída, um de entrada, e um central com duas faixas. A saída deverá estar atrás do traço contínuo [2].
  • Entroncamentos sem traços contínuos onde se possa virar à direita ou esquerda no mesmo ponto, deverão ser apenas três segmentos, dois da via principal e um da estrada entroncada, mesmo que o mapa mostre as quatro entradas e saídas.

Regras de Routing

  • As regras abaixo foram "ouvidas" "diz-que-diz" nos fóruns, não tendo sido ainda confirmadas oficialmente, mas dão uma ideia da direcção a tomar para ajustar os mapas ao sistema.
  • Quando o sistema cria uma rota, nos primeiros 10KM e nos últimos 10KM são usados todos os tipos de estrada para escolher a rota, enquanto no meio só serão analisadas highways e freeways. Isto justifica a necessidade de marcar todas as Nacionais como Minor Highway, para que haja a hipótese de percorrer o país sem ter de usar auto-estradas, agora que temos a opção de "avoid toll roads" activa.
  • Dentro dessas zonas de 10KM, as rotas são decididas mediante várias variáveis, incluindo as velocidades médias (visíveis no cartouche_old), as velocidades médias actuais (congestões e reports), e penalizações várias pelo tipo de estrada e numero de segmentos.
  • Pelo que se percebe dos forums, segmentos street e superior têm a mesma prioridade, podendo ser seleccionado um highway ou primary não pelo tipo de estrada, mas porque muito provavelmente a velocidade média é superior e provavelmente terá menos intercepções. Ou seja, marcar uma estrada como primary em vez de street não dá prioridade na rota por si só, apenas muda a cor no mapa.
  • para cada estrada, cada intercepção conta para baixar a prioridade dessa via. Ou seja, havendo duas vias (assumindo a mesma média de velocidade), uma com dois intercepções, outra com três, a rota irá preferir a de duas, mesmo que seja street e a outra primary. Isto justifica a simplificação das vias de interligação para que tenha o menor número de segmentos e pontos de interligação, para dar prioridade na rota, simplificar a edição, e melhorar as indicações visuais e sonoras. Exemplo, entroncamentos simples (dois segmentos perpendiculares), entroncamento com dois segmentos mais duas rampas caso haja traço contínuo (para que a indicação seja dada antes do traço), e evitar as àrvores complexas com 8 segmentos e duas faixas a menos que os segmentos estejam mesmo afastados uns dos outros (regra simples, mais de 10m).
  • No editor, quando se selecciona um segmento e aparecem as setas verdes e vermelhas, as setas verdes representam dois tipos de direcções no backend: soft-greens e hard-greens. Hard-green é quando se activa a verde explicitamente no editor. Soft-green é quando um segmento não têm direcção e após varias passagens, passa a verde. Este tipo de soft-green pode gerar problemas nas instruções de routing, nomeadamente o tipico "keep right" quando a estrada da esquerda é claramente a faixa para cá. A sugestão para tentar resolver estas situações (o mesmo nas rotundas e em qualquer outra intercepção) é re-activar o verde explicitamente. Pode-se usar as teclas "w" para desactivar tudo, "q" para reactivar tudo, e depois desactivar manualmente caso haja alguma direcção que não é permitida. Por exemplo, numa rotunda ou numa intercepção onde os sentidos estavam correctos anteriormente, mas após um "w"+"q" um dos segmentos fica cor de laranja (alterado) indica que o green (um deles) era soft.

Truques e Dicas

  • No cliente, procurar por "2##2" para activar o modo debug. Depois de "reproduzir o problema", ir a settings, help, send logs. Cuidado com o tráfego, enviar os logs apenas em wifi. Não sei que tipo de bug reports serão enviados.
  • No editor, tecla "?" mostra as teclas disponíveis.
  • No editor, quando as setas de direcção estão sobrepostas e dificeis de activar, usar a tecla "s".
  • No editor, usar a tecla "a" e "shift-a" para alternar entre não mostrar nenhuma seta (ou apenas as setas do segmento selecionado) e mostrar todas as setas vermelhas, para se ter uma visão de todas as direcções proibidas ou as que nos esquecemos de activar. Cuidado que activando uma direcção pode não fazer desaparecer a seta vermelha, portanto deve-se ir alternando "a"+"shift-a" para actualizar esse layer.